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7 de jul de 2012

Momentos fofos da minha filha

Não há pai e mãe neste mundo que não achem que as peripécias dos seus filhos são as melhores, as mais bonitas e fofas. Claro que eu não sou diferente. De tempos em tempos eu olho as fotos dela quando era bebê.Que delícia, fofa, gostosa, singela, delicada. E quem não curte né?

Agora ela cresceu um pouco, tem três anos e a gente vai se divertindo com que ela fala. Outro dia, me pediu:
- Mãe, quero leite na mamadeira, com um pouquinho de chocolate e duas gotas de adoçante, por favor....

Ontem, o pai dela ofereceu a toalha dele para ela enxugar as mãos e ela repreendeu:
- Pai, você acabou de tomar banho e usou essa toalha. Eu quero a minha!

É muito divertido vê-la crescendo e se desenvolvendo, fazendo perguntas, chegando as suas conclusões e a gente vai babando.
Prestes a completar 1 ano

Com minha enteada, fazendo alongamento

Ceia de Natal - dormiu logo depois da foto

Festa Junina - braba e com sono

Fala que não é um encanto?

Tempo em que uma cesta de brinquedos era suficiente

Hoje, com 3 anos. Minha rainha.


        Eu amo muito tudo isso. Saudades desse tempo.


18 de jun de 2012

Como fazer o bebê dormir

Sabe aquela história que falam pra nós quando estamos grávidas?
- Durma, mas durma muito porque depois que nascer seu sono nunca mais será o mesmo. 
Gabi recém-nascida. Detalhe para as minhas olheiras
E não é que verdade? Desde o dia 14 de maio de 2009 que minhas noites têm novo formato. Nos primeiros meses, Gabriela tinha cólicas que tinham seu ápice em plena madrugada. O que antes era ideal de oito horas de sono passaram a ser 2 ou 3 horas, durante o dia, para poder aguentar e só.
Gabi ainda no hospital
Passada a famigerada cólica chega a hora de educar a pequena a dormir como gente grande, ou seja, à noite, de preferência inteira. Mas, na maioria das vezes não é assim. Tem que acordar para amamentar, trocar a fralda, ou a gente acorda mesmo só pra ver se está tudo bem. Assim, o sono nunca é contínuo. 
Que sono...
Longe de mim dar dicas infalíveis para fazer seu bebê dormir, faço apenas um relato da minha experiência de mãe, que hoje, com minha filha com três anos, consigo repousar a noite toda.
Ela nasceu em pleno inverno. Vivia enrolada.

Na batalha do sono mês a mês
Embora existam bebês que consigam dormir a noite toda já aos 2 meses de idade, muitos não chegam a essa façanha antes dos 6 meses, ou até mais tarde. Para que seu baby durma a noite toda é preciso estabelecer uma rotina saudável, desde cedo.
"Não gosto de claridade!!!"
Apresente o dia e a noite para o bebê
Durante o dia abra as cortinas, mantenha a casa bem iluminada.
Não se preocupe em evitar barulhos comuns da casa.
À noite, tente não fazer gracinhas na hora de amamentar. Deixe o calmo e sereno.
Acenda o mínimo de luz e faça pouco barulho. A noite foi feita para dormir bebê!

Mitos
Muitos sites e livros dizem pra gente colocar o bebê no berço ou no carrinho que ele adormece sozinho. Gabi teve muitas cólicas nos primeiros meses e ela só dormia no calor do nosso corpo, que esquentava e fazia a cólica passar. Claro que depois ela se acostumou a dormir no colo. Mas não foi nenhum terror, foi um prazer, uma delícia ver aqueles olhinhos se fechando e se entregando ao descanso, todas as noites.

Hoje ela dorme sozinha, mamando, vendo televisão, no carro, no quarto dela, comigo cantando música de ninar ou contando histórias. Fazer ela dormir me aproxima dela, transmite paz, segurança e amor, pra nós duas.

O Canal Desenho no You Tube tem um vídeo que ajuda a dormir: as crianças e até você.


28 de mar de 2012

Famílias da era digital

Eu estava revisando uma cartilha educacional para crianças da quarta-série quando encontrei um erro filosófico. O exercício pedia para que a criança entrevistasse os membros de sua família, formada pelo pai, mãe e irmãos. Espera! Quantas famílias no Brasil hoje, são formadas assim? Não sei a resposta exata, mas sei que são poucas. Agora temos casas chefiadas apenas pela mãe, pela avó, ou filhos criados apenas pelos pais, casais com filhos vindos de relacionamentos passados, enfim, frutos de uma geração digital que ao crescerem nunca terão vividos experiências da sociedade que eu conheci, meus pais, meus avós, vivemos, enfim, deixa pra lá.

O fato é que minha filha Gabriela tem uma irmãzinha, minha enteada que a conhece e convive com a pequena desde seu nascimento. E é um amor lindo de se ver. Gabi é encantada pela irmã. Maria Eduarda é a cura de todas as doenças da Gabi. Não sei se é por conta delas se encontrarem apenas a cada quinze dias, mas elas se curtem à beça. E brigam também, como não? São irmãs. Mas é divertido acompanhar essas revoluções que a era digital nos proporciona.


Exemplo? Enquanto Gabi, no auge dos seus dois aninhos, se entretinha com o escorregador no parquinho, Maria Eduarda dava uma aula de pureza, sensibilidade e amor ao seu pai, cantando lindamente "Advogado Fiel", uma música evangélica, que na voz da princesinha enche o coração de paz. Vale a pena ver e ouvir.

11 de mar de 2012

Tudo a seu tempo!

Um dia você acorda, olha para o lado e o bebê está lá, dormindo. No outro, você desperta com aquela menininha sorrindo e dizendo: - Mamãe eu quero fazer xixi... Excelente, mas dá um aperto no coração perceber que sua filha não é mais aquele neném frágil e se tornou uma pequena mocinha.

Faltando apenas dois meses para completar 3 anos Gabriela saiu espontaneamente das fraldas. Quer usar calcinha e pede para ir ao banheiro toda vez que sente vontade. O comportamento é próprio da Gabi que desde os 4 meses dorme sozinha em seu quartinho, aos seis meses largou a chupeta sozinha, com 1 ano e 3 meses saiu do peito e agora com 2 anos e 10 meses se libertou das fraldas, no ritmo dela, no tempo dela.
Um fato a mais para constatar meu pensamento sobre crianças. Não precisa forçar e querer adiantar nada. Tudo acontece em seu tempo. É como o rio, não precisa apressar, ele corre sozinho. Quando era um bebê, das poucas vezes que saímos à noite, casais amigos levavam seus bebês novinhos à festas, bares e restaurantes e a nossa pequena ficava em casa, aos cuidados das vovós. O que um bebê de meses tem para fazer num local deste?

E agora acontece ao contrário. Toda vez que saímos procuramos locais que têm parquinho ou brinquedos para a pequena se divertir também. É uma delícia vê-la descobrindo sua força nas pernas e coordenação motora para subir num brinquedo, enquanto a gente bate um papo e se diverte com amigos e familiares. E os filhos dos amigos, onde ficam? Em casa, com os avós. Dá para entender?

É assim com outras questões que tiram o sono dos pais: interação com outras crianças, hora de ir para a escola, do banho, pentear os cabelos, etc. Aquela história que os bebês de hoje já nascem sabendo é verídica. Nascem! E temos muito o que aprender com eles nessa jornada de pais e filhos. Gabi ainda pede a fralda para dormir, mas pra quem apresentou essa evolução toda em um final de semana, tá bom demais. Estamos feliz à beça e esperando por sua próxima façanha.

8 de fev de 2012

O primeiro dia na escolinha

Passamos janeiro conversando com a Gabriela, explicando como iria ser na escola. Íamos deixá-la para brincar, desenhar, pintar, conversar com os amiguinhos e que seria tudo muito legal. Eu não via a hora desse momento chegar. Levar na escola, preparar a lancheira, uniforme, fazer tarefa junto... mas pensa num nervosismo da estreia  Era o primeiro dia, não apenas o dela, mas o meu também.


Ela ficou toda charmosa de uniforme, cabelinho arrumado, óculos escuro e com toda a vaidade que mulher já nasce, foi faceira pro colégio. Tiramos fotos, a vovó estava por lá pra dar uma força, outros pais também puderam ficar e foi tudo bem até a hora de dizer.
- Gabi, a mamãe e o papai agora vão trabalhar e mais tarde eu venho te buscar.

Ver aqueles olhinhos vermelhos, com início de choro acabou comigo. Mesmo com a vovozinha do lado, a pequeno caiu em prantos, um choro sentido, sincero. Ô vida! Tive que sair para que ela não me visse chorando e ir embora para a vida real.

Perto de completar 3 anos, a mocinha está indo bem na escola. Volta alegre, com anotações na agenda que me enchem de orgulho. Por isso, seguem algumas dicas para você passar com valentia por essa fase.

1- Se puder, matricule o pequeno por meio período apenas. No outro, a criança fica em casa com babá ou parentes. Assim ela não se sente abandonada, esquecida e também para que não perca contato com a família nesta fase em que ainda são muito dependentes dos pais.

2- Converse, conte histórias positivas sobre a escola: amigos, brincadeiras, parquinho, mochila nova, lancheira, entre outros.

3- Diga que você também já foi para escola.

4- Vá buscar no horário certo, para que a criança não fique esperando, criando expectativas e sentindo medo.

5- Só fale da escola se a criança estiver à vontade, senão aguarde ela se manifestar e contar as novidades.

Em pouco tempo esse novo elemento fará parte com tranquilidade da vida dos seus pimpolhos.



30 de dez de 2011

No meu tempo era só gibi

Dia desses Gabi me fez lembrar o quanto eu era apaixonada pelos gibis da Turma da Mônica. Agora que ela nasceu não me dou mais esse luxo, mas até mesmo na época da gravidez, eu ainda pagava pra ler aquelas histórias engraçadas e muito fofas.

Nem sei se essa geração, como da minha filha de dois anos terá paixões por heróis ou personagens infantis das mídias impressas. Eu incentivo comprando livros, olhando revistas com ela, pintando, mas sei que será diferente. As novas formas de comunicação ganharam tanta agilidade, interatividade com a tecnologia que chego a pensar que o jeito de aprender dessas crianças será diferente. Na escola, aos quatro anos eles já têm aulas de informática e inglês. Enquanto isso, minha pequena assiste ao CineGibi da Turma da Mônica. Qual será o resultado disso heim?